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Ordem Pública fecha nove empresas que serviam de fachada para casas de massagem PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Denise Machado   
Qui, 02 de Julho de 2009 02:50

ordem 

 

A Secretaria Especial da Ordem Pública fez uma operação, nesta quarta-feira, dia 1º de julho, no Centro da Cidade contra empresas de fachada. Nove salas no edifício Central, na Avenida Rio Branco, que funcionavam com alvarás de empresas de engenharia, marketing e até consultório de terapia holística, exerciam outra atividade: casas de massagem que cobravam de R$ 40 a R$100 por sessão.


Fiscais das subsecretarias de Fiscalização e Operações lavraram auto de infração contra essas empresas que poderão ser interditadas por apresentarem alvará em desacordo com a atividade exercida. O choque de ordem levou cinco clientes e 41 mulheres (todas maiores de idade) para a delegacia do Centro (5ªDP). A polícia, que atuou em conjunto com a operação, vai investigar a atividade dos envolvidos.


Os detidos foram levados para a delegacia foram ouvidos como testemunhas do funcionamento irregular das salas. A polícia abrirá investigação para chegar até os proprietários de onde foram constatadas as atividades ilegais. De acordo com o Código Penal, o proprietário da sala poderá responder ao artigo 230 (exploração sexual), com pena que varia de um a quatro anos de prisão; e artigo 229 (manter casa de prostituição), com pena prevista de dois a cinco anos de reclusão.


Fonte:  Prefeitura do Rio